domingo, 10 de junho de 2007

COMENTÁRIO - Observatório da imprensa

CASO RENAN CALHEIROS
A lição que Veja não aprendeu (Por Deonísio da Silva em 5/6/2007)
A situação do Brasil, em relação à função social da mídia, pode ser vista como uma especulação de caráter investigatório a fim de demonstrar o que esta ocorrendo “em baixo dos panos”, já que o único meio de manifestação para que autoridades cumpram seu papel é por meio de repórteres. Mas em alguns casos, esses manipulam as notícias e, de certa forma, nos fazem colocar em prática o provérbio “quando a esmola é muita, o santo desconfia”.
Portanto, a partir de nossas concepções sobre o estado que está a administração do governo, como saberíamos a respeito dos desvios públicos? Mas é certo que também não devemos acreditar em tudo que nos falam.
Em relação à comparação de governos entre norte-americano e brasileiro, devemos ver as diferentes situações de concepções éticas e legislativas entre os mesmos.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

AULA 14 – Assuntos variados

Na aula do dia 02-04-07 o professor falou de vários assuntos diferentes. O primeiro deles foi sobre a TV, que todos nós pensamos ser gratuita, mas que, na verdade, é paga. Segundo o André, o horário político gratuito, não é nada gratuito. O governo dá isenção de impostos para as emissoras transmitirem as propagandas, ou seja, paga com um dinheiro que deveria ser aplicado para melhorias públicas. Outro assunto tratado foi sobre a existência das escolas. O professor disse que, para Ivan I., não deveriam existir escolas. Ivan diz que as melhores coisas que aprendemos são fora da escola e que a escola inventa necessidades apenas para poder supri-las. Por exemplo, só tem química na escola, porque tem professor de química, mas por que ter química e não ter primeiros socorros? Logo depois, o André nos explicou mais algumas coisas sobre outros assuntos. Resumindo: *A melhor forma de dominar não é pela força, e sim pelo domínio simbólico. *Paulo Freire disse: "O mundo não é, o mundo está sendo". Nós somos um projeto, estamos em andamento, mudando. *Falou sobre trabalho e depois sobre ÍCONE, ÍNDICE E SÍMBOLO, explicando as diferenças desses três signos. Aula bastante variada essa! Hehe

AULA 13 - Fomos nós que inventamos!

Hoje (30-03-07) a aula foi bem polêmica! Resumindo: fomos nós que inventamos quase tudo em nossa vida! Segundo o André, a vida não tem sentido, e por isso inventamos as coisas para dar sentido a ela ("inventamos sentido para um mundo sem sentido"). A moral, a cultura, os conceitos, contrários, as constelações...foi tudo nós que inventamos! E todos os conhecimentos, crenças, artes..estão em movimento. Algumas coisas que o André falou até têm sentido, outras já são "discutíveis"! E muita gente não concordou com nada do que ele disse!! Mas vamos esperar a próxima aula...talvez as coisas sem sentido se esclareçam! hehehe beijos, comentem!

COMENTÁRIO - Observatório da imprensa

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - O debate ambiental está "verde"(Por Luciano Martins Costa em 8/5/2007)
A análise feita em vista do desastre ambiental é que ele está cada vez mais alarmante, e que é considerado como invisível não somente aos olhos da população e das indústrias de cada país, mas também é censurado pela mídia. A meu ver, esse problema, já constatado há anos e responsável pela enorme preocupação desses “ignorantes”, foi visto como motivo de atraso econômico no qual os países que aderiram a qualquer meio de incentivo ou forma de não prejudicar tanto a natureza estariam submetidos a um “empobrecimento” e também seria um país “chato” perante aos demais.
Entre outros motivos para não terem começado já esta conscientização, certamente a alienação aos países considerados grande potências, foi motivo para que eles não começassem a aderir a essa preocupação presente hoje.
Infelizmente para que “as grandes potências mundiais”, é claro, excluindo os EUA, não por serem uma potencia e sim “por serem os preservadores da ordem mundial” e por isso possuem direitos restritos, percebessem que o espaço ambiental está sendo destruído, o que também nos acerta diretamente, precisou-se de que sentíssemos “na própria pele” e assim fizéssemos correr atrás de uma resolução de um problema que foi empurrado pela barriga.

terça-feira, 17 de abril de 2007

AULA 12 - Mais cultura!

Continuando a matéria da última aula, hoje(26-03-07) foi o dia de falarmos sobre religião. A discussão foi longe, mas como religião é um tema que não dá para se discutir, pulamos essa parte e continuamos com o assunto principal: cultura. O professor nos disse que qualquer conhecimento que nós temos sobre a realidade é cultura. Disse também que foi o homem quem inventou a cultura, a religião, a arte, a ciência, etc. E que a religião não substitui a ciência e nem vice-versa. Depois pediu para que lêssemos um texto do livro "Filosofando: Introdução à filosofia" para complementar a aula.

AULA 11 - Começo das discussões!

Terminados os trabalhos, o professor começou a falar sobre um assunto que, segundo ele, é a matéria da prova: cultura. Como sempre, ele começou complicando. Disse que ninguém sabe o conceito de cultura ainda, que os antropólogos têm estudado isso há anos e não chegaram a nenhum conceito. E que não podemos dizer que certa pessoa é culta e outra não, pois cultura é algo do ser humano. Portanto, todo homem é culto e apenas os animais não possuem cultura. Na aula, tivemos algumas discussões interessantes, de Hitler até o MST. Mas não chegamos nem perto do final do assunto. O André disse que levaremos umas quatro aulas para concluir essa matéria. Agora vamos aguardar para ver o que vem pela frente!

COMENTÁRIO - Observatório da imprensa

Nesses últimos dias passamos a presenciar uma constante divulgação sobre o massacre na universidade Virginia Tech. A respeito desse assunto muito anunciado, porém visto como uma notícia qualquer, chamou-me a atenção não somente esse tiroteio na Virginia, mas também a forma como vemos esses acontecimentos e o questionamento sobre a evolução da humanidade feita por Alberto Dines, no artigo “Loucuras de abril: Columbine, Unabomber, Oklahoma...”.
A relação feita pelo autor, na qual ele compara os primatas aos seres humanos, nos mostra a realidade sobre a evolução humana, colocando-nos como seres inferiores por apresentarmos uma característica: a necessidade de satisfazermos impulsos insaciáveis, independentemente de quais sejam. Essa comparação demonstra o estado primitivo em que se encontra a humanidade, a “necessidade” que nos transforma em seres “selvagens”, e, de certa forma, acaba nos trazendo uma concepção de que estamos “caminhando para trás” e não para um futuro melhor.
Voltando ao início desse comentário, quando me posicionei a cerca desse assunto, não sobre o conteúdo, mas sobre a forma de como ele é visto, dizendo que as pessoas encaram essas notícias como uma outra qualquer, acrescento uma verdade que o autor deste artigo e a publicitária Luisa Helena em seu comentário acerca desse assunto dizem: preferimos ignorar essas atrocidades presentes no mundo do que nos humanizarmos.